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Cinco maneiras de superar o desgaste das relações a dois

Cinco maneiras de superar o desgaste das relações a dois

Psicólogos podem ajudar na terapia de casais, salvar relacionamentos desgastados e até mesmo quando existe uma circunstância externa mais concreta como o uso de álcool, drogas, medicamentos ou simplesmente na forma de administrar essas situações pertences ao lado psicológico. Afinal, são eles que conseguem compreender como as pessoas procedem à escolha de levar o copo de bebida à boca, não conseguir olhar com o desejo para o parceiro (a) e assim repetir esta situação tantas e quantas vezes na sequência e assim dificultar o corpo de funcionar sexualmente.

Para o psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade (InPaSex) da capital paulista, o lado psicológico é tudo o que vivemos e através do que nos relacionamos com os outros e o mundo! “É nessa hora que nós, psicólogos, nos responsabilizamos. Entra a psicoterapia, um processo científico, baseado na natureza humana de como fazer e transformar as coisas ao nosso redor”, explica.

Mas o que é o psicológico quando alguém tem dificuldades sexuais?
São várias circunstâncias para compreender. Para ajudar, os especialistas deixam algumas informações e explicações embasadas cientificamente.

• - Capacidades físicas e fisiológicas do corpo e como as usamos ou podemos usar. Estas capacidades oferecem limites e possibilidades, e tentarmos contra nosso corpo, obrigando-o a fazer algo inviável, é o que chamamos de psicológico, pois enfrentamos uma realidade física e a desconsideramos. Isto também implica em termos dificuldades em administrar a frustração de não conseguir o desejado, mesmo que seja impossível.

• - Aprendizado anterior - tudo o que vivemos ao longo da vida que seja necessário para a expressão sexual. Nem sempre aprendemos tudo que é preciso para funcionarmos sexualmente, e muitas vezes aprendemos coisas que atrapalham o sexo... e insistimos em fazer sempre igual... e dá errado!

• - Emoções negativas - duas são as principais que atrapalham o sexo: ansiedade e depressão. Nem precisamos ser diagnosticados com “Transtorno de Ansiedade Generalizada” ou uma “Depressão Unipolar” ou “Estados Depressivos”. Estes estados de humor influenciam negativamente, mesmo em pequenas doses. Os momentos prévios à atividade sexual e o durante as atividades sexuais precisam de funcionamento fisiológico coerente com o comportamento sexual. Ansiedade e o estado de humor depressivo impedem este funcionamento, independente da razão, da causa para estes estados de humor. Aqui deve entrar o que tanto lemos e que é chamado de “estresse”, seja pelo trabalho, seja pelo nervosismo constante que uma pessoa vive.

• - Relacionamento afetivo - casamento, namoro... como estamos nos relacionando? Como solucionamos problemas, como respondemos emocionalmente ao outro e às ações do outro? Temos empatia no relacionamento? Compreendemos e somos compreendidos? As formas de relacionamento são muito importantes para a existência dos comportamentos sexuais adequados.

• - Falta de compreensão sobre o funcionamento físico sexual - esta seria a função da educação sexual. Na falta destes ensinamentos na família e na escola, achamos que a “natureza” se encarrega de fazer funcionar a vida sexual, desconsiderando a vida que já tivemos e o que é que denominamos como sexo. Assim, aprender e compreender e saber o que esperar do corpo é outro aspecto do psicológico. Compreender os caminhos que precisamos seguir para permitir o corpo funcionar e encontrar os meios que conduzem ao prazer que chamamos sexual pode ajudar a solucionar dificuldades sexuais de desempenho.

Fonte: Oswaldo M. Rodrigues Jr – Psicólogo formado pela UNIMARCO, autor de mais de 100 artigos científicos e mais de 55 livros, dentre eles: Parafilias (Ed. Zagodoni) Terapia da Sexualidade (2 vols., Ed. Zagodoni); editor chefe da Revista Terapia Sexual. http://oswrod.psc.br/

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Autoria

Texto de Mayra Barreto Cinel - Assessoria de Imprensa – Março 2020

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